domingo, 20 de junho de 2010
ÚLTIMA SESSÃO DE ESCLARECIMENTO
gostaria de informar que hoje é a última sessão de esclarecimento da matéria.
Será entre as 14:30 H e as 15:30 H.
Estejam presentes junto ao Pavilhão Administrativo.
Até logo
terça-feira, 8 de junho de 2010
AVALIAÇÕES:
Shahista - 17,5 valores
Ricardo - 13,4 valores
Paula - 12,7 valores
Lisandro - 12,6 valores
Joana Ferrão - 18,4 valores
Joana Barbosa - 11,8 valores
Inês Cardoso - 18,2 valores
Fábio - 14,3 valores
Eliano - 14,7 valores
Catarina - 13,6 valores
Carina - 15,4 valores
António - 11,7 valores
Ângelo - 11,1 valores
Ana Marçal - 16 valores
Ana Salgueiro - 16,4 valores
Ana Catarina - 14,7 valores
NOTAS DOS TRABALHOS EM WINDOWS MOVIE MAKER
(TEMA: TRANSPORTES):
Carina e Paula - BOM MAIS
Catarina e Ricardo - MUITO BOM
Eliano e Shahista - MUITO BOM
Ângelo e Joana Ferrão - BOM MAIS
Inês e Ana Marçal - BOM MAIS
Ana Catarina e Fábio - BOM MAIS
Ana Salgueiro e Joana Barbosa - BOM
segunda-feira, 24 de maio de 2010
MATÉRIA PARA O TESTE Nº 6:
2 - Impacto da queda do Muro de Berlim.
3 - Critério de Copenhaga.
4 - 3 etapas do agrupamento de países.
5 - Tratado Reformador - 2007 - Tratado de Lisboa - Constituição Europeia.
6 - Política Ambiental (Ex: Rede Natura 2000)/Desenvolvimento Sustentável.
7 - Regiões Europeias (Ex: Banana Azul, SunBelt e Banana Amarela).
CORRECÇÃO DO TESTE Nº 5
1.1 - Distância-Custo - é o custo que decorre de percorrer uma certa distância. Depende da rapidez do meio de transporte.
Distância-Tempo - é o tempo que demora a percorrer uma certa distância. Depende da velocidade do meio de transporte.
1.2.1 - Vantagens: Elevada flexibilidade; Adequado a curtas distâncias; Especializou-se; Não necessita de transbordo.
Desvantagens: Provoca Trânsito; Gera poluição atmosférica e sonora; Elevado índice de sinistralidade; Reduzida Capacidade de Carga;
1.2.2 - Vantagens: Adequado a médias distâncias; Elevada capacidade de carga; Baixo índice de sinistralidade; Impacto ambiental reduzido;
Desvantagens: Itinerários Fixos; Infra-estruturas muito caras, quer na construção, quer na manutenção; Condicionado pelo relevo; Necessita de Transbordo;
1.2.3 - Vantagens: Grande desenvolvimento para fins turísticos; Elevada capacidade de carga; Adequado a longas distâncias para mercadorias; Elevada especialização;
Desvantagens: Muito lento; Necessita de transbordo; Provoca poluição; Elevadas taxas portuárias;
1.2.4 - Vantagens: Muito rápido; Confortável; Adequado a longas distâncias para passageiros; Desenvolvimento das companhias de "Low-Cost";
Desvantagens: Fraca capacidade de carga; Elevado consumo de combustível; Provoca muita poluição; Formalidades de embarque/desembarque morosas;
1.4 - Galaico-Português - este corredor liga a Galiza de forma longitudinal à faixa atlântica de Portugal, que se prolonga até Lisboa/Setúbal. Neste local existem auto-estradas, portos (Vigo, Leixões, Lisboa e Setúbal) e Aeroportos (Portela e Sá Carneiro).
quinta-feira, 29 de abril de 2010
FILMES SOBRE AS REDES DE TRANSPORTE
Autores: Carina & Paula
Autores: Catarina & Ricardo
Autores: Eliano & Shahista
Autor: Professor Helder Lourenço
Autores: Joana Ferrão & Ângelo
Autores: Inês Cardoso & Ana Marçal
Autores: Ana Catarina & Fábio
Autores: Joana Barbosa & Ana Salgueiro
segunda-feira, 29 de março de 2010
ADIAMENTO:
NOTAS DO TRABALHO DOS SUBSISTEMAS URBANOS
tal como foi referido na última aula, aqui vão as notas dos trabalhos.
Inês Cardoso - 13 e Catarina Soares - 9 - BOM MAIS
Paula Correia - 18 - Ana Salgueiro - 3 - BOM
Joana Barbosa - 14 - Ricardo Paiva - 20 - SUFICIENTE MAIS
Ana Martins - 1 - Joana Ferrão - 15 - BOM
Ana Marçal - 2 - António Mira - 7 - MUITO BOM
Eliano Carvalho - 11 - Lisandro Carvalho - 17 - EXCELENTE
quarta-feira, 17 de março de 2010
REVISÕES PARA O TESTE DE AVALIAÇÃO Nº 4
Definições iniciais:
Raio de Eficiência - é a distância até à qual um determinado utente ou cliente se desloca para adquirir um certo bem. A partir dessa distância a renda e o custo desse bem torna-se insuportável. Para bens raros, como a deslocação a um Hospital a distância a percorrer é maior, pelo contrário para beber um simples café, a distância é mínima.
MUNICÍPIOS DA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO

2 - Refere os subsistemas urbanos do país:
NORTE LITORAL - vai desde Viana do Castelo até Aveiro. A sua cidade central é o Porto que é a cidade mais importante do Norte de Portugal, apresentando grande dinamismo empresarial e boas relações económicas com a região Espanhola da Galiza.
NORDESTE - vai desde Bragança até à região de Amarante e acompanha o IP4, que será a futura auto-estrada Transmontana. Atravessa cidades importantes como Mirandela, Chaves, Vila Real, Régua e Lamego. Está ligado ao eixo rodoviário que se prolonga para Espanha e França, tendo como base também o desenvolvimento feito no Vale do Douro, quer a nível agrícola, quer a nível turístico.
CENTRO - tem como base a cidade de Coimbra, que exerce influencia desde a Figueira da Foz, acompanhando o IP3, passando por Viseu, A25, até à Guarda e ainda prolongando-se pela A23, que abrange as cidades da Cova da Beira, como Covilhã e Fundão.
LISBOA E VALE DO TEJO - é o mais importante do país, quer a nível populacional, quer a nível económico, pois desenvolve-se à volta da capital do país, que exerce influencia até Leiria, como até Torres Novas e Abrantes, prolongando-se até Setúbal. É o local mais central do país, pois aqui convergem todas as vias de comunicação e meios de transporte.
ALENTEJO - tem dois eixos fundamentais, que se cruzam na cidade central de Évora. Um deles abrange as capitais de distrito de Portalegre, Évora e Beja e o outro liga Sines (grande e importante porto de águas profundas ao interior desenvolvido de Elvas e Estremoz e a ligação a Espanha, nomeadamente em Madrid.
ALGARVE - o seu desenvolvimento centra-se no turismo e junto do litoral, desde a Cidade de Lagos até Vila Real de Santo António. Abrange Portimão, Albufeira, Olhão, Faro e Tavira.
REDE URBANA IBÉRICA:
Nível um - Madrid. Está localizada no centro geográfico da Península Ibérica e é a cidade mais importante desta península, bem como a mais populosa.
Nível dois - Lisboa e Barcelona. São concorrente e têm o mesmo nível de importância. No entanto, a primeira é a mais importante da faixa atlântica da Península Ibérica e a segunda é a mais importante da faixa mediterrância.
Nível três - Porto, Valência, Sevilha e Bilbau. Cada uma destas cidades tem uma importância regional muito importante, mas estão dependentes das maiores cidades já referidas anteriormente.
domingo, 31 de janeiro de 2010
PREPARAÇÃO DO TESTE 3:
1 - Indica a importância de uma cidade num determinado território.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
NOTAS DOS TRABALHOS EM WORD
Ana Martins- 15
Ana Marçal - 13
Ana Salgueiro - 12
Ana Agostinho - 0
António Mira - 14
Catarina Soares - 18
Carina Mendonça - 17
Eliano Carvalho - 11
Inês Cardoso - 15
Joana Barbosa - 9
Joana Ferrão - 18
Lisandro Carvalho - 9
Paula Correia - 9
Ricardo Paiva - 13
Shaista Aziz - 15
domingo, 13 de dezembro de 2009
REVISÕES PARA O TESTE DE 14 DE DEZEMBRO:
- Grande aumento da produção agrícola.
- Auto-suficiência da UE em termos alimentares.
- Criação de excedentes agrícolas.
- Descida dos preços.
- Dificuldade de escoamento dos produtos.
- Destruição ambiental.
Os problemas resultantes da PAC levaram a UE a alterar a PAC, surgindo em 1992 a REFORMA DA PAC. Esta financiou o abandono de terras aráveis, aumentando o pousio. Foi nesta época, que os agricultores portugueses foram muito afectados, pois houve um abandono de muitas áreas produtivas em Portugal, passando o nosso país a importar muitos produtos e a aumentar a sua dívida externa.
OBJECTIVOS DA REFORMA DA PAC:
- Controlar a produção.
- Apoiar os rendimentos dos agricultores.
- Acabar com os excedentes agrícolas.
- Manter a população agrícola.
- Evitar o êxodo rural.
- Renovar a população agrícola.
- Respeitar e valorizar o ambiente.
Tendo em conta o sucesso da Reforma da Pac, foi implementada em 2000, a NOVA PAC. Esta prepara as bases do futuro na Europa a nível agrícola e ambiental. Nesta estão inseridas preocupações ambientais e também preocupações referentes à segurança alimentar. Por isso, foram criadas medidas várias de desenvolvimento rural: protecção do meio ambiente, controlo dos produtos geneticamente modificados, atenção às alterações climáticas, protecção da biodiversidade, boa gestão dos recursos hídricos, etc.
- Elevada dendidade populacional.
- Elevada densidade habitacional.
- Construções em altura.
- Existência do predomínio das actividades dos sectores Secundário e Terciário.
- Existência de um centro, de uma "Baixa", de uma "Downtown" ou de um CBD (Central Business District), que é a parte mais central.
- Existência de Movimentos Pendulares entre as áreas suburbanas e as Cidades Centrais.
- Existência de Infra-estruturas de transporte e de variados meios de transporte.
- Existência de serviços públicos de segurança, de saúde, de educação em grande número.
- Existência de infra-estruturas de lazer, cultura e desporto.
- Existência de infra-estruturas de comércio, como os centros comerciais.
- Etc.
Apesar do termo cidade variar de país para país, e de não existir uma verdadeira única e universal definição, podemos dizer que cidade é: um local, que já foi aldeia, vila e que após cumprir vários critérios, tem elevada densidade populacional, uma determinada morfologia urbana (redioconcêntrica, ortogonal ou irregular), apresenta uma população activa nos sectores secundário e terciário e tem um modo de vida urbano.
Em Portugal para ser cidade necessita:
- Número de eleitores superior a 8000, em aglomerado populacional contínuo, e que tenha pelo menos metade de: instalações hospitalares com serviço de permanência, farmácias, corporação de bombeiros, casas de espectáculos e centro cultural, museu e biblioteca, instalações de hotelaria, estabelecimento de ensino, preparatório e secundário, estabelecimento de ensino pré-primário e infantários; no entanto, podem haver importantes razões de natureza histórica, cultural e arquitectónica que poderão justificar uma ponderação diferente dos requisitos anteriores.
CIDADES PREDOMINAM: distritos de Lisboa, Porto, Aveiro, Setúbal e Faro devido à existência das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e dos seus arredores de onde se fazem diariamente movimentos pendulares, destacando-se Faro pelo seu desenvolvimento baseado no turismo balnear.
CIDADES DO DISTRITO DE LISBOA:
- Lisboa
- Amadora
- Agualva-Cacém
- Queluz
- Torres Vedras
- Odivelas
- Loures
- Sacavém
- Alverca do Ribatejo
- Póvoa de Santa Iria
- Vila Franca de Xira
CRITÉRIOS:
DEMOGRÁFICO – número mínimo de habitantes ou de densidade populacional (Habitantes por km quadrado).
FUNCIONAL – tipo de actividades predominantes devem ser do sector secundário (Ex: Indústria e Construção Civil) ou terciário Ex: Comércio e Serviços).
MORFOLÓGICO OU PAISAGISTÍCO - está ligado ao tipo e à forma dos edifícios (Ex: Arranha-Céus).
MISTO – com base neste critério uma cidade é um espaço densamente povoado, habitualmente com construção em altura e grande densidade de vias de comunicação, onde se concentram as actividades industriais, comerciais e de prestação de serviços, para além do poder administrativo e político.
JURÍDICO-ADMINISTRATIVO – Neste caso, o título de cidade é atribuído por legislação própria, ou por via administrativa devido a funções desempenhadas pelas localidades. Ex: Cidades capitais administrativas de países como Camberra, Otava, Brasília, Pretória, Haia, etc.
Para finalizar destaca-se o facto de ao nível das FREGUESIAS ou CONCELHOS:
1 - ÁREAS PREDOMINANTEMENTE URBANAS (APU) - são locais onde predominam cidades, podendo haver vestígios de áreas rurais.
2 - ÁREAS SEMI-URBANAS OU MEDIAMENTE URBANAS - (AMU) - são locais onde existem vilas com características urbanas, mas também áreas rurais em regiões contíguas.
3 - ÁREAS PREDOMINANTEMENTE RURAIS (APR) - são locais onde predominam campo, aldeias e localidade e onde há poucos vestígios de áreas urbanas.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
TRABALHO 1 - GRUPO 9
Eliano Carvalho nº 11
O Plurirrendimento
O plurirrendimento é a situação em que o agricultor tem outra fonte de rendimento, alem da agricultura. 0 plurirrendimento está relacionado com a pluriactividade, pois vários rendimentos, provêm de várias actividades. Apenas 7% da população obtêm rendimentos exclusivamente da agricultura. Dado o envelhecimento da população agrícola, as pensões e as reformas são outras fontes de rendimento. A população mais jovem, pratica o êxodo rural, procurando outras fontes de rendimento noutros sectores. Esta é uma das razões que justifica o decréscimo da população agrícola.
A mão-de-obra é um importante recurso para a actividade, mas devido ás suas características, nomeadamente o seu elevado grau de envelhecimento, o nível de instrução muito baixo, e a falta de qualificação profissional, constituem um entrave á modernização da agricultura.
A nível de distribuição geográfica, a agricultura destaca-se em 3 regiões. Os Açores, em que não existe indústria com importância, ou seja, a população tem de viver mais da Agricultura; a Beira interior, pois existem mais reformados, não vivendo apenas da agricultura e mais das reformas e pensões, e a Grande Lisboa, onde existe mais população a viver da agricultura, pois existe maior modernização, mais especificamente no Ribatejo e Oeste.
Fig. 1 Agricultores idosos a trabalhar na agricultura
Fig. 2 Idoso a praticar outras actividades, vivendo da sua reforma ou pensãoTRABALHO 1 - GRUPO 7
Fábio Cunha Nº12
Ângelo Gonçalves Nº6
Nível de instrução e qualificação profissional
1- 28% de agricultores não tem qualquer tipo de instrução profissional
2-37% dos agricultores da Madeira não têm instrução
3-23% dos agricultores no Ribatejo e Oeste não têm instrução
4- Desde 1999 houve um progesso nos níveis de instrução dos agricultores
5- Não houve aproveitamento dos fundos que a UE subsidiou aos agricultores
para a sua formação profissional
6- Nas formações frequentadas pelos os agricultores estes aprendem a valorizar a paisagem num local abandonado, modernizar as suas propriedades comercializar os seus produtos etc. 
fraca qualificação profissional
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
TRABALHO 1 - GRUPO 8
Trabalho na indústria têxtil
Nas regiões do Algarve e do Arquipélago da Madeira temos a mesma situação mas os produtores obtêm rendimentos do turismo durante a época do Verão.

Trabalhador na hotelaria
TRABALHO 1 - GRUPO 6

- Entrave à modernização e revitalização do sistema produtivo;
- Menor capacidade de inovação e adopção de novas tecnologias e técnicas de produção;
- Menor capacidade física para o trabalho;
- Baixos níveis de produtividade e de rendimento.
Curiosidades:
- O envelhecimento é mais acentuado nas regiões onde a propriedade é maior - Alentejo, Algarve, Trás-os-Montes; enquanto que nas regiões onde a propriedade é menor a população é menos envelhecida - Entre Douro e Minho e Madeira;
- Além do nível etário ser elevado, nos últimos anos, o envelhecimento acentuou-se (a média de idades passou de 46 anos, em 1999, para 50 anos, em 2005);
- As regiões de Trás-os-Montes e Beira Interior, Ribatejo e Oeste, Alentejo e Algarve são as regiões que apresentam uma média superiro da idade da população agrícola em Portugal; os Açores apresentam o menor valor.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
TRABALHO 1 - GRUPO 5

Latifúndio
- Beira Litoral, Douro e Minho - Minifúndio (inferior a 5 h);
Minifúndio
Microfúndio
Gráfico com as formas de exploração da propriedade por região agrária, em Portugal, em 2005TRABALHO 1 - GRUPO 4
Em Portugal:
- Existem muitas propriedades excessivamente pequenas;
- Poucas propriedades muito grandes.
Dimensão das propriedades:
- Inferiores a 5ha (Madeira, Entre douro e Minho e Beira litoral)
- Superiores a 60ha (região do Alentejo)
A difícil alteração das estruturas fundiárias deve-se muitas vezes , a razões de ordem afectiva que prendem os proprietários às suas terra.
Continuidade da actividade agrícola:
- Motivos de ordem afectiva (56%);
- Viabilidade económica (17%).

TRABALHO 1 - GRUPO 3

Fig.1 - Agricultura em regiões de baixa altitude
Fig.2 - Socalcos do Dourosegunda-feira, 28 de setembro de 2009
TRABALHO 1 - GRUPO 2
Há um uso inapropriado dos solos, os agricultores do Interior não têm conhecimento suficiente para diferir as áreas apropriadas, pois enquanto há 26% de solo destinado à Agricultura e 60% de solo para a exploraçâo Florestal, a utilização é de 43% para o solo agrícola e 36% de exploração Florestal, ou seja, utilizam inadequadamente as áreas de exploração Florestal para a sobreexploração de Agricultura, o que resulta um baixo rendimento agrícola.

Solos Fertéis - Lezírias do Ribatejo.
Plantação de Chá em solos vulcânicos (Ilha dos Açores)
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
TRABALHO 1 - GRUPO 1

Clima
João Amado Nº16
Lisandro Carvalho Nº17
O clima na maior parte de Portugal Continental e no Arquipélago da Madeira é temperado mediterrânico, no noroeste de Portugal Continental e no arquipélago dos Açores tem influência marítima, a faixa interior de Portugal tem influência continental.No entanto a denominação do clima de Portugal Continental e Arquipélago da Madeira é temperado mediterrânico e no Arquipélago dos Açores é temperado Oceânico.
- O clima tem grande importância na agricultura.
- No Verão existe necessidade de rega para muitas das culturas com custos elevados, porque nesta altura do ano em Portugal nao chove e as temperaturas são simultaneamente elevadas.
- As variações de temperatura e a queda de precipitação influenciam muito a agricultura.
- Exemplos como a vinha, a oliveira, o sobreiro, a figueira, a alfarrobeira e a azinheira, tiram proveito das condições naturais do nosso clima.
- No norte a agricultura está condicionada devido ás fortes chuvas ou queda de neve que provocam cheias que destroem completamente as culturas. Exepções prejudiciais são as secas, que têm prejudicado no Alentejo e Algarve.
- Conclui-se que no Sul e Litoral do País são as zonas onde existem melhores condições para a prática da agricultura.


